Metamorfose dos Sonhos

- Ano
- 2024/25
- Técnica
- Técnica mista e acrílico sobre tela
- Dimensões
- 120 × 90 cm
- Estado
- Disponível
Respondemos pessoalmente até ao próximo dia útil.

Felícia Sousa
Felícia Sousa é natural de Gondomar. Licenciou-se em Belas Artes pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e aprofundou a sua formação no programa de História da Arte Contemporânea na Fundação Serralves, entre 2001 e 2003. Concluiu mais tarde um mestrado em Design e Marketing pela Universidade do Minho, seguido de uma bolsa de estudo na Universidade Complutense de Madrid em 2006–2007, período no qual também realizou formação específica em fusão de vidro na Marinha Grande. Este percurso académico diversificado reflete uma prática igualmente variada: Felícia Sousa é pintora e curadora independente, movendo-se com naturalidade entre a criação artística e a mediação. A sua obra integra a coleção do Museu da Fundação Engenheiro António de Almeida, distinção que remonta ao Prémio de Aquisição de 1991, e reafirmada com um segundo Prémio de Aquisição em 2019, pelo Boeira Hotel Garden. Ao longo de mais de duas décadas, participou em bienais de prestígio nacional: Cerveira, Marinha Grande, Gaia, Espinho, e em prémios como o de Arte Erótica de Gondomar, onde foi distinguida em diversas ocasiões. A sua presença internacional estendeu-se ao Parlamento Romeno, à Galeria Crearium em Huesca e Madrid, ao Castelo de Populonia na Toscana e à Galerie des Arts em Paris. Em 2024 realizou a exposição individual Silêncios Rasgados no Gabinete da Bienal de Vila Nova de Gaia e, em 2025, apresentou Metamorfose dos Sonhos na Casa da Cultura de Paredes, local onde orienta também oficinas de técnicas mistas contemporâneas. O trabalho de curadoria ocupa um papel central na sua atividade recente. Foi curadora e artista participante na Bienal Internacional das Artes em Madeira de Paredes em 2024, tendo desenvolvido projetos curatoriais para o Município do Peso da Régua, a Casa da Cultura de Paredes, o Museu do Móvel de Paços de Ferreira e a Casa da Presidência de Vila Nova de Gaia. Em 2025 concetualizou e coordenou o projeto O Estranho Terrível Outro, no IPATIMUP, cruzando arte e ciência em torno da obra do patologista Sobrinho Simões e do artista Agostinho Santos.



